[MOPr] “Não tenho vergonha de mudar de ideia, porque não tenho vergonha de pensar” disse o matemático francês no século XVII, Blaise Pascal. Seja das pequenas às grandes decisões, mudar de ideia pode mudar o rumo de vidas. Olinda Alves guardava uma opinião que considerava definitiva pela Igreja Adventista do Sétimo Dia (IASD). Segundo a costureira, seria a última igreja que iria frequentar. O comprometimento com as leis bíblicas que o adventismo propõem lhe parecia um modo rígido e difícil de levar a vida. Alves repensou sobre o tema e chegou à decisão de ser batizada na Igreja Adventista. No dia 26 de junho, na Igreja Adventista do município de Moreira Sales ela e os dois filhos, Joice e o Gabriel, receberam o batismo.

O que a fez mudar drasticamente de opinião foi a decisão de uma colportora em participar do Projeto Missão Resgate, uma iniciativa do Ministério de Publicações da sede da IASD do oeste e norte do Paraná. Maria Tânia foi desafiada a não apenas vender a literatura para os clientes, mas de encontrar pessoas desejosas em estudar a Bíblia. Depois de aceito o convite, Tânia começou a ofertar as publicações religiosas.

Em uma das ofertas, a colportora conheceu a costureira, que até o momento estava desempregada. Depois de vender uma coleção de livros cristãos, recebeu a notícia que a anfitriã da casa estava angustiada à procura de um emprego. A colportora logo indicou uma confecção de roupas de um membro da igreja, que procurava uma costureira para trabalhar. Dias depois ela foi contratada.

No dia anterior a visita, Olinda orou para que Deus lhe concedesse um emprego e prometeu que se Deus lhe desse um trabalho ela começaria a devolver o dízimo em alguma igreja.

Desde então,  o esposo de Alves e uma das três filhas tem estudado a bíblia, enquanto a costureira e os outros dois filhos decidiram fazer parte da igreja.

O Batismo foi feito pelo Diretor de Publicações para o oeste paranaense, pr Evandro Vargas. “O maior objetivo da colportagem é ver pessoas se convertendo para o Senhor Jesus Cristo. Estamos vendo uma mostra do que Deus irá realizar por meio desse Ministério”, afirma.

Um Deus de Detalhes

Postado: 22nd junho 2014 por Rodrigo Bertotti

Feliz Páscoa!!

Postado: 18th abril 2014 por Rodrigo Bertotti

Medo de colportar?

Postado: 5th março 2014 por Rodrigo Bertotti

Sonhe!

Postado: 20th fevereiro 2014 por Rodrigo Bertotti

A FÁBULA DO COLPORTOR QUE QUERIA ENTREVISTAR DEUS

Postado: 10th fevereiro 2014 por Rodrigo Bertotti

Era uma vez um colportor iniciante muito consagrado e que gostava muito de contatos com gente.

Um dia, ele pensou: – Para me sentir um colportor completo preciso marcar uma entrevista com Deus para que Ele ouça minha oferta. Se ao menos eu conseguisse marcar uma entrevista com Ele! Mas como farei a pré-venda?

O colportor sempre ouviu falar que atender /vender é diagnosticar necessidades, levantar problemas e apresentar soluções. Mas, quando se trata de Deus, como atender e vender para Ele? Quais são as necessidades de Deus? Que problemas Deus têm para que eu possa atendê-lO com algum benefício? Ah! Se ao menos eu conseguisse marcar uma entrevista com o Eterno e conhecer os seus problemas!

Naquela noite o colportor foi para a cama pensativo e teve um sonho. Um anjo com muita luz se aproximou dele e falou: – O Criador ouviu seu desejo e marcou uma entrevista com você terça-feira que vem às 17h:35min. Esteja lá na rua G, número 438 onde acontecerá o encontro. Deus manda avisar que é para você não chegar atrasado. Seja pontual com o Senhor do Universo.

O colportor acordou e viu que era verdade, o Eterno ouvira mesmo seus pensamentos e marcou uma entrevista com Ele.

E eis que chega a tão esperada terça-feira. O profissional do atendimento vai ao melhor posto de lavagem de carro e deixa seu automóvel brilhando, passa na melhor loja e compra o melhor terno. Afinal, o encontro era muito especial.

Ao se dirigir para a rua G ele entra num engarrafamento e é abordado por um garoto que lhe suplica: – Moço, eu estou vendendo essas balas para ajudar minha mãe, o senhor poderia me comprar algumas? O vendedor pensa na dor daquela família e resolve comprar todo o estoque de balas da criança.

O menino salta de alegria e diz: – Obrigado, agora eu, minha mãe e meus irmãos vamos ter o que comer. Tão alegre e saltitante de felicidade ficou o garoto que atravessou a rua correndo sem notar que um carro vinha em alta velocidade e o atropelou gravemente. Do nariz do garoto jorrava sangue mostrando que dificilmente escaparia com vida.

O colportor coloca o garoto moribundo em seu carro e se dirige ao hospital. Ao chegar lá, diz: – Por favor, cuidem deste garoto para mim. Aqui está o número de meu cartão de crédito, eu pagarei todas as despesas, tratem dele como se fosse meu filho.

O vendedor, agora, se apressa. Entra de novo na avenida que leva à rua G, número 438. O tempo parece voar. Já são 17h: 29min e o que ele menos quer é chegar atrasado. O engarrafamento, o atropelamento, a burocracia no hospital, tudo isso lhe tomara grande parte do tempo.

Já são 17h:32min, eu não posso perder o encontro de minha vida, – pensou apavorado. Mas, ao entrar na rua e se aproximar do número o profissional do atendimento olha para o seu relógio e vê que são 17h: 43min.

Em sua mente abatida pela frustração pulam as palavras do anjo: – Não chegue atrasado, seja pontual com o Senhor do Universo. Ele percebe que seu esforço fora em vão. Uma grande tristeza toma conta de seu coração. O Ser mais importante do Cosmos jamais lhe perdoaria esse atraso. Que desrespeito enorme! E logo para com o Eterno!

Enquanto ele coloca a mão no rosto e chora pela entrevista perdida alguém bate no vidro fechado de seu carro. Ele aciona o abridor automático e, enquanto o vidro vai se abaixando, o colportor vê a figura iluminada do garoto que socorrera minutos atrás.

O garoto sorri e diz: – Perdoe-me, querido, é que eu queria tanto essa entrevista que não aguentei esperar pelas 17h e 35min.

Bem, esta é apenas uma fábula que eu reconto para mostrar uma grande lição na área da colportagem.

Os resultados positivos somente acontecem em nossa vida quando colocamos os problemas e necessidades dos outros em primeiro lugar. Até Deus “tem problemas” que é convencer aos humanos do dever e do privilégio de amar ao próximo e o colportor da fábula fez sua parte.

Quantas vezes você atende a um cliente pensando apenas em você mesmo ou em faturar, ganhar sua comissão ou atingir suas metas? Se tiver seu coração e mente apenas concentrado em fazer seu cliente feliz, você venderá mais que benefícios. Mais que soluções. Você venderá o produto mais desejado do mundo: o Amor. Será um mensageiro da terceira mensagem angélica. E o Eterno, com certeza, sempre estará ao seu lado. (Maurício Gois)

Colportora Leva 5 pessoas ao Batismo no Rio Grande do Sul

Postado: 5th dezembro 2013 por Evandro Vargas

[ASR] A corpotora Orete Leffa, que atua na cidade de Torres, RS e região, dedica sua vida para divulgar o evangelho através da colportagem*. Além de deixar a mensagem de Cristo para todas as famílias que ficam com as literaturas que ela vende, desde 2012 ela afirmou ao diretor da colportagem do leste do RS, pastor Evandro Vargas, que possuía o desejo de ajudar mais pessoas a entregarem a vida completamente a Jesus, através do batismo. Ela orou e pediu que em 2013 Deus desse a ela cinco pessoas para estudar a bíblia e que ela pudesse levar para a igreja. Esse desejo foi realizado, e agora ao final deste ano cinco pessoas foram batizadas como resultado de seu trabalho missionário.Ela e outros adventistas começaram um pequeno grupo perto de sua casa e uma família de quatro pessoas, Marlene Diniz de Oliveira, Nelson Amorim Diniz, Oracil Angelo Diniz e Cauê Diniz Lopes, começaram a frequentar as reuniões. Ela acompanhou os estudos e no batismo da primavera, em setembro a família foi batizada. Mas faltava 1 para ela cumprir seu propósito para Deus neste ano.

Na cidade de Três Forquilhas, uma cidade onde não há presença adventista, Orete visitou uma escola, como parte de seu trabalho, onde fez amizade com várias professoras, entre elas a vice-diretora Angelita Bren. Dali em diante a Orete começou falar das coisas de Deus mais abertamente com Angelita. Levou ela e as amigas em reuniões do ministério da Mulher. Até que um dia a Orete apresentou a vice-diretora para Ademar Justin Konig. Ademar Justin Koning, se desloca 200 quilômetros para evangelizar a cidade de Três Forquilhas, e ele começou a estudar a Bíblia com a Angelita.

“No dia 16 de novembro aconteceu o Batismo da quinta pessoa que essa colportora guerreira se propôs a contribuir para levar a Cristo. Está mais que na hora do povo de Deus se levantar para pregar o reino de Deus! Há muitos em nossas igrejas que tem dom para serem colportores-evangelistas, e talvez nem saibam disso,” Afirma, o pastor Evandro Vargas.

Orete está estudando a Bíblia com mais cinco pessoas naquela cidade, e já tem um grupo se reunindo sob a direção de Ademar Koning.

A colportora continua sua obra de vendas de livros cristãos e sobre saúde, a colportagem, e diz estar feliz por levar essa mensagem de esperaça a vida das pessoas que ela entra em contato. Se você, como a colportor Orete Leffa, sente o desejo de participar dessa obra de colportagem acesse o site: blogdacolportagem.com e veja como fazer parte dessa equipe.

COMO SE TORNAR UM COLPORTOR RARO

Postado: 24th novembro 2013 por Rodrigo Bertotti

Você gostaria de ser um colportor raro, uma colportora rara, um auxiliar de colportagem raro?

Pois, então, ouça esta história:

Um colportor com excesso de peso decidiu que não iria comer mais doces engordativos.

Mas um dia, ele passou perto de uma doceria e viu um irresistível

pudim de leite condensado decorado com ameixas açucaradas.

Então, ele orou a Deus, assim: “Senhor, se for da Sua vontade que eu

coma esse pudim, faça com que eu encontre uma vaga para estacionar

meu carro bem em frente à doceria”.

Ele comprou o doce e, ao voltar para casa, disse para a sua esposa, todo feliz: “Deus ouviu minha oração e, depois de eu dar 9 (nove) voltas

em frente a doceria, eu encontrei o lugar para estacionar”.

Quer mesmo ser um colportor raro? Uma colportora rara? Um profissional de excelência rara? Um auxiliar de colportagem raro? Então é preciso, antes, você vencer duas coisas: a tentação do “mais fácil” e a tentação do “ficar perto”.

Primeiro vença a tentação do “mais fácil”.

Entenda: É mais fácil comer chocolates do que saladas. É mais fácil odiar do que amar. É mais fácil reclamar do que procurar soluções. É mais fácil ver televisão do que ler um livro. É mais fácil ir à praia do que aprender sobre como vender melhor. É mais fácil ir dormir do que estudar mais uma dica de como superar objeções.

E, para vencer essas duas tentações do “mais fácil”, e do “ficar perto” um dos maiores segredos para ser um colportor ou colportora de raridade é: “fique longe”.

Sim, “fique longe” de tudo que lhe dá prazer em curto prazo e lhe prejudica a carreira de profissional da página impressa no médio e longo prazo.

“Fique longe” de pessoas azedas que contaminam seu relacionamento com os clientes. “Fique longe” do profissional  meia-boca que não se atualiza e só vive reclamando.

“Fique longe” da influência daqueles que dizem que “colportar é sofrimento”. “Fique longe” daqueles que acreditam que vender trufas é melhor do que evangelizar com publicações.

“Fique longe” do desânimo dos que desistem de continuar com Deus ao encontrar a primeira dificuldade.

“Fique longe” daqueles que acham que técnicas de vendas dão mais certo do que ser dependente de Deus em cada visita.

Raridade é diferente de importância. Todo colportor é importante, mas nem todos são raros. Você se torna raro quando vence com Deus essas duas tentações: a do “mais fácil” e a do “ficar perto”. (Maurício Gois)

Trate bem seu cliente!

Postado: 17th novembro 2013 por Rodrigo Bertotti
  1. Trate o seu cliente pelo nome. Isso vai fazer uma grande diferença.
  2. Olhe nos olhos do seu cliente, sempre.
  3. Demonstre alegria verdadeira e satisfação em atender o seu cliente.
  4. Durante a oferta, preste atenção na reação do cliente.
  5. Durante a oferta, tenha um discurso baseado na verdade. Fale sempre a verdade.
  6. Cumpra o que prometer.
  7. Estabeleça uma relação de confiança com o seu cliente.
  8. Ouça com atenção o seu cliente. Nunca o interrompa. Se precisar interrompê-lo, faça-o com inteligência.
  9. Entenda verdadeiramente as necessidades do cliente.
  10. Saiba perguntar. Elabore perguntas inteligentes, baseadas no seu roteiro de vendas.

Vender ou comprar?

Postado: 17th novembro 2013 por Rodrigo Bertotti
  1. Em vez de vender ao cliente, ajude-o a comprar.
  2. Procure falar de maneira agradável e similar ao ritmo do cliente.
  3. Estabeleça um acompanhamento constante, agregando valor ao cliente.
  4. Faça com que o cliente se sinta especial e valorizado.
  5. Ofereça e deixe claras as vantagens para o cliente.
  6. Cada pessoa tem uma personalidade singular e características diferentes. Entenda-as.
  7. Comece o dia com mensagens positivas e criando quadros mentais dos resultados que espera obter.
  8. Termine o dia com mensagens positivas e reveja em quais pontos precisa melhorar.
  9. Tenha sempre programado um horário para o seu lazer, especialmente com os familiares.
  10. Mantenha sua rede de contatos ativa.

O MISTÉRIO DA PORTA IMAGINÁRIA

Postado: 9th outubro 2013 por Rodrigo Bertotti

Descubra nesta parábola como uma porta imaginária pode aumentar mais ainda seus resultados na colportagem

ERA UMA VEZ um reino muito distante.

Neste reino havia um rei que era muito polêmico por causa de seus atos estranhos.

Ele pegava os prisioneiros de guerra e levava para uma enorme sala.

Os prisioneiros eram enfileirados no centro da sala e o rei gritava, dizendo:

— Eu vou dar uma chance para vocês. Olhem para o canto direito da sala.

Ao olharem, os prisioneiros viam alguns soldados armados de arcos e flechas prontos

para ação.

— Agora, — continuou o Rei, — olhem para o canto esquerdo.

Ao olharem, todos os presos notavam que havia uma terrível porta de aspecto tenebroso. Crânios humanos serviam como decoração e a maçaneta era a mão de um cadáver.

Algo horripilante só de imaginar, quanto mais para ver.

O rei, então, se posicionou no centro da sala e gritou:

— Agora escolham: o que vocês querem? Morrerem cravados de flechas ou…abrirem rapidamente aquela porta e entrarem lá dentro enquanto eu tranco vocês.

Agora, decidam, vocês tem livre-arbítrio, escolham…

Todos os prisioneiros tinham o mesmo comportamento: na hora da decisão, eles chegavam perto da terrível porta de mais de 4 metros de altura, olhavam para os desenhos de caveiras, esqueletos, aspecto infernal, coisas escritas do tipo: “Viva a Morte” etc. e decidiam:

— Quero morrer flechado… Um a um todos agiam assim: olhavam para a porta horrível e para os arqueiros da morte e diziam para o rei:

— Prefiro ser atravessado por flechas a abrir essa porta dantesca e ser trancado lá dentro. Milhares optaram pelo que estavam vendo: a morte feia pelas flechas.

Mas um dia a guerra acabou. Passado algum tempo, um daqueles soldados do pelotão da flechada estava varrendo a enorme sala, quando eis que surge o rei.

O soldado, com todo respeito e meio sem jeito, perguntou:

— Sabe, ó grande rei, eu sempre tive uma curiosidade, não se zangue com minha pergunta, mas…o que tem além daquela porta feia?

O rei respondeu: — Lembra que eu dava aos prisioneiros duas escolhas? Pois bem, vá e abra a porta.

— Meu rei, por favor, meu rei, piedade! — foi o desespero do soldado.

— Pois vá e abra a porta, é uma ordem! — ordenou o rei.

O soldado, trêmulo, se aproximou da porta, virou cautelosamente a maçaneta e sentiu um raio puro de Sol beijar o chão feio da enorme sala. Abriu mais um pouquinho a porta e mais luz e um gostoso cheiro de verde inundaram o local. O soldado notou que a porta feia abria para um caminho que apontava para uma grande estrada.  Foi aí que o soldado foi perceber: a porta feia dava para a … liberdade.

Que conclusões podemos tirar dessa história?

Todos nós, colportores ou colportoras, temos uma porta feia dentro de nossa mente. Para uns, a porta feia é o medo do desconhecido. Ou uma frustração qualquer do tipo: medo de colportar, ou medo de se relacionar, ou medo de ser rejeitado, ou medo de ouvir um “não”, logo no início, ou medo de não saber responder alguma objeção, ou medo do cliente não o convidar para entrar. Ou medo de o fechamento da venda não dar certo.

Para outros, a porta feia é a incerteza que a falta de preparo atemoriza.

Ou uma trava imaginária que as inseguranças da vida fabricaram durante a educação. Mas presta atenção ao que vou lhe dizer: se você pode perder, você pode vencer.

Se você pedir a Deus que o ajude a dar um passo além do medo, você vai encontrar um raio de Sol entrando em sua vida e em seu trabalho de colportagem.

Não se apavore com as aparências ao ver uma porta em que você tem que bater para fazer uma oferta. Decida bater nessa porta, sem medo. Escolha avançar sem receio.

Decida triunfar naquele território no qual sua imaginação lhe diz que são de clientes difíceis. Não confie nas vozes de sua imaginação, confie apenas em Deus.

Gosto daquele quadro que mostra o Criador batendo na Porta do Coração. O pintor pintou essa porta sem maçaneta por fora; colocou-a por dentro para ilustrar que só você pode abrir. Se você pode decidir ter medo, você pode decidir ter coragem. Você pode olhar ao redor e só ver portas feias. Não tenha medo. Decida decidir. Escolha escolher abrir essa porta…pois Deus está no comando. Quando tiver medo das portas das casas e dos escritórios lembre-se de Jesus disse que Ele é a Porta. Quais das portas você vai deixar ocupar sua imaginação: as portas feitas de nossos medos ou a de Jesus que é a Porta que lança fora o medo?

As objeções e todas as negativas de todos os clientes não são portas feias (são dúvidas ou indecisões de pessoas que querem conhecer mais sobre os projetos, programas e ofertas que você demonstra), mas a sua mente bloqueia tudo ao você achar que são portas ruins. Quando o medo aparecer, escolha avançar assim mesmo e você verá que, além dessa porta, existe a solução que você vende, há a satisfação que você provoca a um cliente que ouve, há a imensa possibilidade de você encontrar esse cliente nas ruas de ouro da eternidade.

Portas feias são ótimas. Se você não tiver medo delas, elas apontarão para o seu sucesso na colportagem e para a aquela liberdade que você sempre sonhou e merece.

Abra essa porta. Deixe Deus inundar sua vida com bênçãos. Segure na maçaneta da porta de Jesus e você verá que o sol dos bons resultados iluminará mais ainda suas visitas e ofertas. (facebook/mauricio.gois.oficial)

Você, colportor ou colportora, visita um cliente.

Você sente que possui a chave do segredo…mas parece que o cliente está fechado para você. O que fazer?

Bem, a principal dica agora para você vender mais e melhor, é não ter uma chave única, pois cada cliente é uma fechadura diferente. Só há uma chave que dá certo com todos: estabelecer rapport, isto é, criar imediatamente um relacionamento de confiança, aceitação e afinidade emocional. Para isto, você tem o espelhamento corporal, a sintonização de voz e o ajuste da linguagem. Bem, vamos resumir tudo isso em quatro chaves essenciais para você abrir clientes fechados:

1. A chave da igualdade. Pesquisas revelam que temos a tendência de confiar em pessoas que são iguais a nós. Contratamos pessoas que se parecem conosco na personalidade. Casamos com pessoas que têm o mesmo porte físico que nós (o que não quer dizer que magricelas se casam com magricelas). Semelhantes se atraem. Então, se o cliente fala devagar, fale devagar. Se você ajusta o seu comportamento segundo o comportamento de seu cliente você cria rapport. O que é isto na prática? Veja: quem fala rápido ou alto tende a não confiar em quem fala devagar ou baixo.  Pesquisas mostram que quem fala rápido tende a pensar que quem fala baixo é inseguro ou está escondendo alguma coisa. O cliente que fala devagar tende a pensar que quem fala rápido está querendo “levá-lo na conversa”. O subconsciente do cliente estranha. E então, ele se fecha. Ruim para o colportor, heim?

 2. A chave do elogio meritório indireto. Diga logo de cara para um cliente, se for, por exemplo, uma média empresa: “Senhor Antunes, eu soube que o senhor ajudou sua empresa a ganhar pontos preciosos no mercado e eu estava curioso por conhecê-lo”. Ou: “Ao entrar em sua empresa eu percebi que seus funcionários parecem felizes e isto é muito bom, penso que o senhor é responsável por isso”. Abordagens deste tipo precisam ser reais e indiretas para darem certo. O que não dará certo é você dizer: “Parabéns por sua capacidade de botar o concorrente para correr”, ou: “Êta turma feliz a sua, heim?” porque cheira demagogia e faz o cliente se fechar ainda mais, por ele não perceber harmonia de relação.

3. A chave do interesse imediato irrecusável. Você diz a um cliente: — “Nosso Programa de Saúde e Desenvolvimento Profissional desenvolveu uma fórmula de fazer com que funcionários mais produtivos rendam 17% a mais com…posso lhe mostrar nossa descoberta?”. Como alguém vai continuar fechado, se você parece perguntar:

“Posso aumentar seus resultados financeiros?”. Diga a uma dona de casa: “Nosso Programa Lar e Saúde mostra na página 47 como blindar ainda mais os filhos contra as drogas, posso lhe mostrar como?”.  Enfim, a chave que abre a porta do interesse mais rapidamente é você dizer algo que conquista um interesse imediato irrecusável.

4. A chave da Escutação. Estranhou a palavra? Escutação é escutar com ação. Pessoas simpáticas ouvem, pessoas empáticas escutam com ação. O Rapport perfeito acontece quando o cliente pensa: “Ninguém até hoje me ouviu e me compreendeu como esse vendedor, ele é da minha tribo”. Quando o cliente se sente escutado, ele é possuído por uma sensação de segurança. Que se transforma em credibilidade. Que pode se transformar em venda.

Mas Rapport só funciona se você passar naturalidade e não a ideia de manipulação. Saia de seu oceano mental e mergulhe no oceano emocional de seu cliente. Ao fazer isto, você não abre apenas o coração e a mente dele. Abre também a porta dos bons resultados. (Maurício Gois)

 

Corrida_Pampulha[Belo Horizonte, MG] O dia mal havia começado e a orla da Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte já estava lotada de pessoas para a Primeira Corrida e Caminhada Vida e Saúde da Pampulha. Aproximadamente 1.800 atletas entre profissionais e amadores suaram a camisa nessa competição que visa promover a saúde e o bem-estar das pessoas, além de incentivá-las a praticar algum tipo de atividade física. Além de mostrarem que estão em forma, os primeiros colocados ainda concorreram a 12 mil reais em prêmios, entre computadores, bicicletas e materiais esportivos. Depois que os adultos deixaram a pista, foi a vez de as crianças entrarem em cena durante a Corrida Vida e Saúde Kids. Tanto os menores quanto os pré-adolescentes mostraram que o amor pelo esporte pode começar desde cedo. Com apenas 12 anos de idade, mas com experiência de gente grande, o pequeno Samuel Santos conseguiu chegar em primeiro lugar na categoria de 11 a 12 anos e acredita que o sucesso da façanha deve-se ao estímulo que recebeu em casa desde os primeiros anos de vida. “Desde pequenininho meus pais falavam que era importante cuidar da saúde e se envolver nos esportes. E isso me faz muito bem e sempre corro por prazer”, afirma. Conforme analisa o organizador geral do projeto, Fabiano Paulo, a ação serve como um poderoso instrumento para aproximar as pessoas de fora da igreja. “Conseguimos atrair um público muito grande de pessoas de outras denominações religiosas e isso é muito bom porque as pessoas estão vendo que também organizamos projetos que visam o bem-estar delas”, explica. Para ver todas as fotos, clik no link a seguir: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.570264709689756.1073741878.310159402366956&type=1

Esporte e superação 

Corrida-pampulha

Ronan do Espírito Santo perdeu a perna em um acidente de moto, mas nem assim largou os esportes

Ignorando qualquer limitação física, Ronan do Espírito Santo, que perdeu a perna em um acidente de moto, provou que não há limitações para se entregar à prática esportiva. “Minha motivação é estar junto das pessoas competindo de igual pra igual. Quando corro sinto minhas forças renovadas e isso me mantém feliz”, Ronan do Espírito Santo. A prova teve 8 km de corrida e 4 de caminhada. A segunda etapa da corrida já está marcada para o dia 5 de outubro de 2014, no mesmo local e horário da ação desse ano. [Equipe ASN, Luzia Paula].

MINHA VENDA CAIU POR CAUSA DE UM PREGO

Postado: 3rd outubro 2013 por Rodrigo Bertotti

Cuidado: Na ferradura das vendas o problema pode ser os pregos

Diz a lenda que Ricardo III gritou, derrotado: “Meu Reino por um cavalo”. E tudo aconteceu quando, ao fugir de seus inimigos, seu cavalo caiu…porque um dos pregos da ferradura se soltou. O que fez Ricardo III perder seu império foi um óbvio detalhe: a falta de um “obviozinho” prego. E todo mundo comentou: “Por causa de um prego, a ferradura caiu; porque a ferradura caiu, o cavalo caiu; porque o cavalo caiu, o rei caiu e, porque o rei caiu, o reino se foi”.

“Minha Venda caiu por causa de um prego” – deveria ser o clamor de muitos colportores e colportoras em todo mundo. Você perdeu uma venda não por causa das ferraduras das boas ofertas, das ótimas abordagens, das excelentes respostas às objeções e fechamentos.  Você pode estar perdendo vendas por causa da falta de alguns preguinhos que fariam toda a diferença. Entre eles, vamos ver apenas cinco:

1.O prego da falta de um roteiro de conversa. Toda oferta deve ter um roteiro com diálogos vivos a serem ditos no inicio, meio e fim de cada contato. Ausência de um bom roteiro afrouxa todos os pregos da ferradura do sucesso em vendas. Um bom roteiro traz as ideias e frases que devem ser ditas no início, meio e fim de cada contato. Mas o melhor roteiro ainda é aquele que começa com uma oração: “Senhor, ajuda-me a levar Sua mensagem à esta casa que vou visitar agora. Amém!”.

2. O prego da venda que não é venda. Você perdeu aquela venda porque esqueceu de “vender” você, de “vender” em suas primeiras palavras iniciais, seus próximos minutos. Na arte de apresentar seus argumentos, decore o início, venda o meio e o fim (o fechamento) virá naturalmente. Os clientes primeiro compram confiabilidade e segurança. Só depois é que comprarão valores. A credibilidade está em você; o valor no que você oferece. E há a gostosa tendência de o cliente transferir a credibilidade, que viu em você, para os valores do que você oferece em nossas revistas e livros. Os bons colportores e colportoras sabem que credibilidade não é algo que vem de você; é algo que Deus colocou em você.

3.O prego das perguntas que não foram feitas. Você perdeu a venda porque não fez, a si mesmo, perguntas do tipo: “Que pontos de contatos eu posso começar falando para criar sintonia e confiança logo de cara? Que benefícios de meu Programa de Saúde, ou Projeto Educacional caem como uma luva naquele cliente específico?”.  Deixar de acreditar que vender é: 80% fazer perguntas e 20% afirmações é empacar resultados.

Prepare-se espiritual e tecnicamente e Deus o inspirará a fazer as perguntas certas.

4. O prego do excesso de argumentações. Provavelmente, você perdeu alguma venda por despertar objeções adormecidas do cliente que pensou: “Ora, por que este Programa de Qualidade de Vida não pode argumentar sozinho e este vendedor tem que falar tanto?”. Se você orou ao entrar na casa (ou na empresa), se tem na ponta da língua seus argumentos para abrir e fechar a venda por que ser exagerado nos argumentos? Confie, apenas confie, pois colportagem tem a parte técnica e a principal que é a espiritual. O importante não é argumentar muito, é argumentar certo com Deus.

5. O prego do excesso de objetividade. Minha experiência é que vendedores objetivos demais perdem vendas.  Se você acredita que vender é ser direto, prático e rápido e, por isso, detesta todo e qualquer bate-papo, dificilmente terá êxito. Se for possível, ganhe tempo na conversa positiva e descontraída. Assim, você define, na hora, quais os específicos argumentos que se encaixam naquele cliente específico, naquela dona de casa específica, naquele profissional específico que você visita.

Bem, a ferradura das vendas tem muitos outros pregos. Pense agora nesses cinco. Você é o cavaleiro das vendas, mas os inimigos de Deus estão ao seu redor bradando como leões para fazer você largar as rédeas de sua missão. Se você se preocupar com as fortes rédeas da colportagem, com certeza os preguinhos óbvios da venda não farão você cair do cavalo…dos bons resultados. (Maurício Gois)

 

 

 

 

 

 

Algo Mais

Postado: 16th setembro 2013 por Rodrigo Bertotti

Algo Mais from Rodrigo on Vimeo.