Gleik e sua história!
Postado: 19th maio 2012 por Rodrigo BertottiEnquanto Deus for Deus
Postado: 15th maio 2012 por Rodrigo BertottiTags: bertotti, colportagem, colportor, estudante
Formando em jornalismo pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), Salisa Macedo é mais uma jovem que descobriu o poder de Deus através da colportagem.
“Colportei durante dois anos em uma equipe que o líder era meu amigo. Ele via o quanto eu tinha dificuldade para pagar meus estudos e todo final de campanha ele me ajudava. Eu considerava meu anjo da colportagem” diz Salisa.
No início de 2011, quando a estudante lutava para pagar o 5º semestre de faculdade, enquanto colportava em Guarapava-PR nas últimas semanas de campanha, o líder começou a ajudá-la. “Eu disse à minha mãe que enquanto ele fosse meu líder eu iria estudar. Ele olhou para mim e falou: Diga à sua mãe que enquanto Deus for Deus você irá estudar”, relembra Salisa, que ficou marcada por aquela frase.
A jovem conta que acreditou nas palavras do líder, mas ainda não tinha provado essa realidade. No meio daquele ano, nas férias de inverno Salisa teve que mudar de equipe porque seu esposo já não queria continuar no Paraná. Ela ficou preocupada com o fato de colportar longe do seu amigo que tanto a ajudava, no entanto, aceitou a escolha do marido e os dois seguiram para Piracicaba-SP.
Na primeira semana, Salisa não vendeu quase nada e logo na segunda semana ficou doente. Arrependeu-se de ter mudado de campo e pensou em voltar para Guarapava, mas acabou permanecendo ali com o esposo.
A estudante lembrou-se da frase que o amigo lhe havia dito e pediu a Deus que a abençoasse. A partir de então os milagres foram acontecendo e foi aí que a jovem começou a acreditar no poder de Deus.
Em apenas quatro semanas ela havia conseguido dinheiro suficiente para pagar o semestre e ainda tirar sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
“Esse não foi apenas um milagre de campanha na minha vida, mas foi também um aprendizado do que é colportar. Para mim, hoje, colportar é colocar seu sonho nas mãos de Deus, e claro, trabalhar muito para alcançar um objetivo” conta Salisa.
Na campanha de verão deste ano o milagre tornou-se a repetir na vida da estudante, que aprendeu uma grande lição a respeito das bênçãos de Deus para aqueles que confiam em Seu maravilhoso poder. “Aprendi que Deus abençoa pessoas e não especificamente o lugar. Também aprendi que Ele quer muito abençoar todos os que confiam nEle” Afirma.
A história de Gean Marcel
Postado: 11th maio 2012 por Rodrigo BertottiTags: bertotti, colportagem, colportor, estudantes
Deus chamará seus filhos!
Postado: 4th maio 2012 por Rodrigo BertottiTags: colportagem, colportor, colportores, estudante, férias, Grande Conflito
“Deus nos concederá grandes alegrias ao chegarmos no céu e encontrarmos pessoas que um dia adquiriram livros com a verdade presente da salvação.”
Keidson Rodrigues de Brito, Pós-graduando em teologia, e formando em jornalismo pelo Centro Universitário Adventista de São Paulo, é mais um amante da colportagem.
“Estava colportando em Cassilândia no Mato Grosso do Sul. Ali eu trabalhava com indicações de amigos. Em minha lista de visitas incluia o delegado da cidade, que não foi fácil encontrá-lo. Depois de umas três tentativas o encontrei, que para minha surpresa, naquele fim de tarde, me recebeu gentilmente” conta Keidson.
Ao entrar em sua sala, tentando encontrar algo que pudesse servir de ponto-de-contato, Keidson ver um quadro dos dez mandamentos. Ficou surpreso, pois aquele era um quadro muito comum apenas no meio adventista. Então perguntou ao Dr. Mansur como o ele tinha adiquirido aquele bonito quadro. Ele respondeu que o comprou em uma cidade que havia morado, pois a Lei de Deus o impressionara muito.
Keidson ficou impressionado em saber que um delegado tinha um quadro daqueles em seu escritório. Mas o seu interesse naquele momento ali era outro. O estudante queria seguir com a apresentação dos livros e deixar uma das megas coleções que faziam sua mochila pesar nas costas. Mas o Dr. Mansur queria falar do quadro e dos livros que havia lido em sua vida.
Sem interrompe-lo Keidson deixou ele que contasse suas experiências. Em seguida Mansur parou e disse: “Você é um rapaz novo, tem dois livros que você tem que ler se quiser ter sucesso na vida. O primeiro eu esqueci o autor, mas acho que é uma mulher, o titulo é: O desejado de todas as nações” disse ele.
“Pensei comigo, ele deve estar brincando. Imaginei, certamente ele é adventista e está ‘tirando’ uma comigo. Então, perguntei se ele era ou havia sido adventista, ele disse que não sabia direito o que era isso. Fiquei surpreso, pois era muita conhecidência o quadro, agora o livro do Espiríto de Profecia” relata Keidson.
Os dois seguiram conversando e Mansur falou o outro livro que Keidson deveria ler. O colportor ficou ainda mais surpreso ao ouvir o Dr. citar O Grande Conflito. Keidson pergunta onde Mansur conseguiu o livro. O Dr. diz que o encontrou nas coisas velhas do avô que havia morrido há muito tempo.
Com a apresentação dos livros interrompida pela conversa e as horas avançando, Mansur convida o colportor para uma visita à sua casa naquela noite. Ele disse que se eu fosse me mostraria os outros livros que ele tinha e, se a esposa concordasse, ficaria com uma das minhas coleções” diz Keidson.
Ao chegar na casa do Dr. Mansur, o colportor foi gentilmente recebido com um delicioso lanche. Após lancharem, Mansur pegou alguns livros que tinha na estante, a maioria da Casa Publicadora Brasileira. Alguns livros datavam da década de 50.
Sentado em uma confortável cadeira na cozinha da família, Keidson oferece um estudo bíblico a Mansur. “Ele disse que não tinha religião, mas que Deus tinha um plano na vida dele e que no momento certo Deus tocaria em seu coração” conta o colportor.
Keidson usa um trecho do livro colportor evangelista, página 150, para deixar uma mensagem: “É certo que alguns dos que compram os livros, os colocarão na estante ou na mesa da sala de visitas e raramente os olharão. Contudo Deus tem cuidado de Sua verdade, e virá o tempo em que esses livros serão procurados e lidos”,
“Assim Deus trabalha guiando seus filhos e cooperando com eles. Entrei em um estabelecimento e um não-adventista me recomendou dois livros que havia marcado a sua vida. Ele nem sabia quem era o autor e nem a origem ideológica dos livros. Deus tem muitas sementes plantadas porque em algum momento um colportor passou e cumpriu fielmente sua missão. Um dia o Dono da seara virá colher as sementes que germinaram e nos dará grandes alegrias no céu” diz Keidson.
FESTA DA VITÓRIA
Postado: 30th abril 2012 por Rodrigo BertottiTags: colportagem, colportor, estudante
A resposta de Deus
Postado: 19th abril 2012 por Rodrigo BertottiTags: colportagem, colportores, Deus, estudante, férias, Resposta divina
“Muito mais que vender livros é salvar pessoas de um mundo perdido”. Esse é o verdadeiro significado da colportagem para Vanessa Lemes.
Cursando o 4º ano de Jornalismo, no Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp-Ec, Vanessa lembra que começou a colportar em uma campanha de férias no verão de 2009. Antes disso, teve apenas uma pequena experiência com uma campanha de revistas no estado de Goiás em 2008.
“Meus planos para o ano de 2010 era passar as férias de inverno em casa e colportar apenas no final do ano, mas duas semanas antes da campanha, tudo mudou” conta Vanessa.
Em um dia como outro qualquer, antes de dormir, a estudante sentiu-se indiferente. “Como de costume, trabalhei, estudei, fui à faculdade, depois fui pra cama dormir, mas não estava feliz. O que estava faltando? Lembro que me deitei e olhando para o teto, e falei com Deus em pensamento.” Comenta a Vanessa que, sem entender o verdadeiro motivo de sua tristeza, ora a Deus pedindo uma razão a mais para ser feliz.
“Deus, o Senhor conhece meu coração e sabe que não estou completamente feliz, parece que falta algo que eu não sei o que é. O que falta? Tudo na minha vida está tão monótono, nada acontece de novo. Permita Senhor que alguma coisa boa aconteça. Em nome de Jesus, amém” Vanessa adormece e ao despertar no dia seguinte nem se lembra do pedido feito na oração.
Ao caminhar pela faculdade, a estudante encontra com um amigo, líder de colportagem, que a convida para colportar. Mauro foi direto em seu convite e Vanessa disse que iria orar e depois daria uma resposta ao líder.
“Ah, Senhor colportar de novo! O que eu quero mesmo é ir pra casa. Estou cansada e quero descansar. Colportar seria a última opção da minha lista.” Contesta Vanessa insatisfeita.
A estudante foi para o quarto e conversou com Deus para saber o que Ele achava de tudo aquilo. Após contar o que havia acontecido, Vanessa pede um sinal. E qual não foi sua surpresa ao ver a resposta de Deus sinal após sinal.
“Não acredito! Deus realmente quer que eu colporte!” E foi exatamente isso que fez Vanessa. A estudante foi para Campo Largo, no Paraná, na equipe Ebenézer, com a certeza de que até aquele momento Deus a tinha ajudado.
“Fico pensando como pude duvidar. Primeiro oro pedindo que Ele mude minha rotina e quando muda ainda pergunto se é de sua vontade. Como pode? Contudo, sabe o que mais admiro em Deus? É que mesmo sendo falha e com pouca fé, meu Pai do Céu me ama e endireita as minhas veredas. A colportagem é um plano de Deus para todo aquele que deseja ser um instrumento nas mãos dEle. Agradeço a Deus por estar nesta missão com o desejo de salvar do pecado e guiar no serviço”. Comenta Vanessa, maravilhada pela maneira como Deus respondeu suas orações e a forma com Ele agiu na sua vida durante aquela campanha de colportagem.
Um presente de aniversário
Postado: 3rd abril 2012 por Rodrigo Bertotti
Patrícia Ramos, estudante de pedagogia no Centro Universitário Adventista de São Paulo, Unasp-Ec, em sua décima campanha de colportagem, viaja com a equipe Valdenses, para a cidade de Santa Maria no Rio Grande do Sul. Era a primeira vez que Patrícia colportava naquela cidade, mas o que a jovem não imaginava era que naquele lugar o Senhor havia preparado uma benção especialmente para ela.
Em um dia comum como qualquer outro, Patrícia, que com sua dupla, colportava de casa em casa, bateu em uma porta que rapidamente foi aberta por um garoto curioso, que quis saber o que as jovens faziam ali. Após contarem um pouco a respeito do projeto que elas estavam desenvolvendo no bairro, Patrícia se sentiu tocada a falar que era do colégio Adventista do 7º Dia, imediatamente, a mãe, que ouvia a conversa lá de dentro da casa, pediu ao garoto que as mandassem entrar.
As jovens entraram e encontraram uma grande família reunida. Após ofertarem os materiais, a dona da casa decidiu ficar com o Poder Medicinal dos Alimentos e a Grande Esperança. Patrícia falou de Jesus para aquela família e orou com eles. A dona da casa, chamada Shayene, disse gostar muito dos Adventistas e que estava feliz com a visita das jovens. Shayene e Patrícia desenvolveram uma bela conversa e ali começou uma inexplicável amizade. Conversaram a respeito de vários temas e em algum momento, Patrícia comentou que fazia aniversário dentro de uma semana. Shayene, com um sorriso no rosto, convidou a jovem para almoçar em sua casa no dia do seu aniversário e Patrícia aceitou.
Chegou o tão esperado dia. Em uma bela terça-feira, aniversário de Patrícia, a jovem volta à casa de Shayene para o almoço e qual não é a sua surpresa, ao ver a casa cheia de bexigas e as pessoas cantando e vindo para abraçá-la.
“Achei estranho porque ela nem me conhecia direito. Passei algumas horas com ela, comemos, conversamos e nos divertimos. Para mim era inacreditável que alguém que me conhecia a menos de uma semana me fizesse uma festa de aniversário” diz Patrícia.
No final da visita, Shayene entrega um papel a Patrícia e diz que gostaria de ajudar um pouco mais. No papel estava o email de Shayene e de uma tia que vivia em São Paulo.
Shayene pede à estudante que escreva para a sua tia, chamada Gianne, pois a senhora a ajudaria. Patrícia envia o email contando um pouco da sua história e Gianne se compromete em pagar a matrícula da jovem estudante.
Giane estava muito feliz por Patrícia ter visitado sua família, especialmente pelo fato de a jovem ser Adventista do 7º Dia, uma vez que Gianne e a sobrinha Shayene, também já haviam participado da igreja.
Patrícia continuou colportando, mas voltou para o colégio sem o dinheiro suficiente para pagar o semestre. Patrícia não voltou triste, porque sabia que Deus tinha um plano para ela.
Ao chegar no Unasp-Ec, Patricia conversa com o Sr. Osvair, Gerente Financeiro do Campus, que diz ter recebido a visita de Gianne e que Infelizmente ela não pagaria a matrícula de Patrícia, mas felizmente, Gianne pagará 50% do curso da jovem até o seu último ano de faculdade, sendo que este é ainda o segundo ano de curso.
“Essa benção pode acontecer com qualquer um. A gente ouve as pessoas falarem, pastores colportores, mas isso nunca tinha acontecido tão perto. Eu fiquei feliz porque eu sempre orava pedindo uma benção especial, mas a minha falta de fé me impedia de receber. Nessas férias Deus me mostrou que quando a gente faz o trabalho dEle da forma que Ele quer, Ele nos fornece muito mais do que precisamos”. Afirma Patrícia.
Gianne voltou para Jesus e hoje também é membro da Igreja Adventista do 7º Dia. Aos sábados ela recebe a visita de Patrícia que não se cansa de orar por Gianne e agradecer a Deus por esse milagre.
“Ela me disse que eu vim para somar. Isso foi o que mais me deixou feliz” Diz Patrícia emocionada.
Seja um campeão!
Postado: 4th março 2012 por Rodrigo BertottiTags: dedicação, luta, perseverança, sucesso
Faça Discípulos, Salve o mundo!
Postado: 4th março 2012 por Rodrigo BertottiTags: colportagem, discípulos, igreja, Jesus, serviço
Senhor de 48 anos conhece a Cristo através da revista Nosso Amiguinho
Postado: 1st março 2012 por Rodrigo Bertotti|
Algo que lhe dava prazer era brincar com o Darlan Weslei, seu netinho de sete anos de idade. Manhã, tarde ou noite, não importava a hora, o garotinho sempre tinha uma história para contar. Sua revista preferida, Nosso Amiguinho, da Casa Publicadora Brasileira (CPB), era a companhia certa. Entusiasmado com as historinhas ali contidas, Darlan tinha a determinação de contar para seu avô as narrativas que aprendia. João Evangelista gostava dos momentos de leitura e se envolvia na alegria do neto, porém algo maior enchia seu coração. “As coisas mais verdadeiras vem da criança. A verdadeira essência. Darlan, meu neto, lia e transmitia aquela mensagem para mim como um verdadeiro evangelista. Muito mais do que diversão para a criança, percebi que a Palavra de Deus estava naquele periódico”, afirmou seu João. Essa é Palavra que transforma corações e restaura vidas, que contém o Verbo, Jesus Cristo, o qual ressuscitou Lázaro (João 12:17) e curou a mulher do fluxo de sangue (Marcos 5:29). A Bíblia, que ensina como ter fé. Já tocado pelo Espírito Santo, mediante os ensinos proferidos pelo seu neto, seu João resolveu fazer uma surpresa para sua família, acordou em uma sexta-feira, seguiu sua rotina, mas ao fim do dia, momento da chegada do sábado, ele fechou seu Mercadinho, olhou para seus familiares e disse: “A partir de hoje não abriremos aos sábados”. A alegria e emoção transbordaram os corações daqueles que o amavam e a 20 anos esperavam sua decisão, então ele participou do culto do por do sol, foi à igreja no dia seguinte e jamais se afastou da presença do Senhor. “As vezes a gente se surpreende com a mudança de vida proporcionada por algo rotineiro. Ouvir as histórias daquelas revistas e a minha curiosidade em conferir na Bíblia me transformou. Eu era 100% errado, hoje sirvo a Deus com alegria”, concluiu João Evangelista. Atualmente, João vendeu tudo e mudou para um pequeno vilarejo chamado Serra do Jordão (CE), a fim de estabelecer uma Igreja Adventista do Sétimo Dia naquele lugar. [Equipe ASN, Thais Firmino]. |
Um livro para a Eternidade
Postado: 23rd fevereiro 2012 por Rodrigo BertottiTags: colportagem, colportor, Conversão, Grande Conflito, livro
Qual o segredo do Sucesso segundo a Ciência
Postado: 21st fevereiro 2012 por Rodrigo Bertotti
“Qual o segredo do sucesso?” Eis a pergunta a qual todos gostariam de saber a resposta. E essa curiosidade, antes restrita as mentes comuns da população, chegou ao meio científico. A Ciência iniciou uma série de estudos para saber o que leva uma pessoa ao sucesso. Pela primeira vez, começamos a entender quais são os fatores que diferenciam “vencedor” de “perdedor”.
Você chega cedo ao trabalho, entrega tudo no prazo, se dá bem com seus colegas e conhece os processos como ninguém. Ainda assim, está há anos no mesmo cargo, fazendo o arroz com feijão de sempre. De repente, chega um novato na área. Ele é jovem, tem as roupas da moda, se deu bem com a chefia e, pior, começou a abocanhar os melhores projetos. Em 6 meses lá está ele, promovido, na vaga que deveria ser sua. Em dois anos, ele virou seu chefe. No fim, você teve de reconhecer o talento do novato e aceitar que você não nasceu para ser chefe. Mas será que é isso mesmo? O que as pessoas bem-sucedidas têm que você não tem? A resposta, dolorida, é: nada. Absolutamente nada. Seu chefe, o dono da empresa, o Kaká e o presidente Lula não vieram ao mundo com um sinal gravado nos genes que diga: eu nasci para brilhar. Muito menos têm um talento inato que você não possui. Para desespero dos medíocres da nação, a ciência está descobrindo que todo mundo (e isso inclui você) teria potencial para ser a bolacha mais recheada do pacote. Aqui você vai descobrir como – e o que pode dar errado no meio do caminho.
Para ler a matéria completa clique aqui.
Se quiser ficar no resumo está aqui, mas saiba que é uma característica dos quem não terão sucesso.
Em resumo
Se você passou o texto inteiro por preguiça para ler o resumo, eu já tenho uma péssima notícia para você. Como visto no post, a pesquisa científica demonstrou que o sucesso é alcançado com muita dedicação. Muita mesmo. Para você ter noção, 10 mil horas equivalem a 416 dias ou 1 ano e 51 dias. Adotando a suposição que, quem quer que seja a pessoa, nunca vai dedicar mais de 10 horas diárias ao treino de uma atividade ( exceto, em casos excepcionais, vide Tesla), teríamos aí, um longo período. Para ilustrar, adotando que uma pessoa treine/estude 5 horas diárias em sua atividade, para ela alcançar a regra das 10 mil horas demoraria mais de 5 anos. Sabendo que o período dedicado ao estudo e treino dos brasileiros está de acordo com os índices dos países do terceiro mundo, ou seja, menos que 30 minutos diários de dedicação ao aprimoramento, temos o alcance da meta para mais de 30 anos. Deu para você entender agora porque, pessoas como Tesla, que estudava 11 horas diárias, viraram sumidades intelectuais em suas áreas?
Conforme o constatado na pesquisa dos pianistas de sucesso, quanto maior a sua dedicação para atividade exercida, maior suas chances de sucesso. Porém, dedicação não é tudo. Existe aquele lado da moeda que é , na minha opinião, a dor de cabeça das pessoas dedicadas: sorte e habilidade social. Por mais dedicação, treino, conhecimento e autocontrole que você tenha em sua atividade, ainda é necessário ter sorte e habilidade social. Habilidade social é possível conseguir, sorte não – embora existam estudos que, mesmo não sendo comprovados, levam os cientistas a crer que quanto mais inteligente é uma pessoa, mais solitária ela se torna (na verdade, há até pesquisas que dizem que o grau de infelicidade é diretamente proporcional ao aumento da inteligência crítica.)
O trecho acima está exemplificado no caso dos dois físicos apresentado no texto. Ainda que ambos tivessem QI’s sobre-humanos, apenas aquele com sorte e certa habilidade social obteve sucesso. Desse modo, a dedicação do físico “fracassado” não levou à lugar algum. Fato que nos remete ao ditado da “vida ser injusta”, o que não é necessariamente certo, pois se adotarmos que “justiça” é um termo/doutrina/filosofia criado pelo homem e não uma lei natural.
Dessa forma, a resposta para questão que intitula esse post é a seguinte: para atingir o sucesso você precisa de 10 mil horas de dedicação à sua atividade + autocontrole+ motivação + persistência + habilidade social + sorte. Ficou claro o porquê a maioria das pessoas não atinge o sucesso durante sua existência. Sucesso é um processo árduo, que custa tempo, vida, sorte e superação.
De volta às origens
Postado: 16th novembro 2011 por Rodrigo Bertotti
Idec realiza retiro espiritual com ênfase na ética e no resgate do propósito da colportagem
Criado no segundo semestre de 2011, o Instituto de Desenvolvimento do Estudante Colportor (Idec), tem sede nas principais faculdades adventistas da América do Sul. Quatro destes núcleos e o do Unasp, em Engenheiro Coelho, começaram suas atividades com um retiro espiritual. Cerca de cem pessoas ligadas ao internato do interior paulista se reuniram nos dias 11 a 13 de novembro, no Centro de Vida Saudável. Entre os convidados, o pastor Tércio Marques, líder sul-americano do Ministério de Publicações e o pastor João Vicente, gerente de vendas da Casa Publicadora Brasileira.
Com o objetivo de organizar a colportagem estudantil (venda de livros religiosos) nos colégios internos, o Idec oferecerá treinamento para os líderes, convocações espirituais e um resgate da missão primária do ministério. “Esse foi o primeiro ministério da Igreja e responsável pela disseminação da mensagem adventista por todo o mundo. Contudo, no decorrer dos anos e por estar associado ao dinheiro, ganhou uma aura de menos nobre que outros ministérios, o que é lamentável”, analisa o pastor Rodrigo Bertotti, diretor do Idec do Unasp, campus Engenheiro Coelho. Para o diretor, é importante que cada colportor e líder de equipe entendam que além de vender, estão levando salvação para os lares que visitam.
Ética –
Por isso também, a ética nos procedimentos e no contato com os potenciais candidatos à colportagem foi enfatizada no encontro pelo pastor Adilson Moraes, responsável pelo ministério na região Centro-Oeste do Brasil. “A ética é fundamental, não pelo trabalho, mas pelo que representamos. Atitudes coerentes é que nortearão esse trabalho, para não corrermos riscos eternos enquanto recrutamos”, apelou. “Ganhar dinheiro para estudar é um motivo muito pequeno frente à grande razão desse trabalho, a evangelização”, comparou o pastor Tércio Marques.
Controle –
Justamente por se tratar de algo tão sério e que precisa de método, o pastor Bertotti apresentou uma sequência de materiais e planilhas para organizar o cadastro dos colportores estudantes – que a partir das próximas férias terão um passaporte, no qual constarão dados pessoais e de trabalho. Vagner Amaral, proprietário de uma empresa de tecnologia em internet, apresentou o sistema online que integrará todas as informações das campanhas e ajudará a gerenciar as vendas, acessível para todos os líderes do ministério de publicações do País.
Colportagem Porta a Porta
Postado: 6th novembro 2011 por Rodrigo BertottiPara você fazer o Download. Muitos me pediram e aqui está.

